domingo, 27 de março de 2011

Tenho que arrumar a casa.

I'm alright,
Why'd you ask?
I'm uptight, I guess.
Let it pass.
I've never had much in common with you.

You brought me up,
Gentle and mild.
But I'm somebody else's,
Somebody else's child.

The Vaccines

Um dia destes.

Gelado de queijo de cabra com compota de abóbora

sábado, 26 de março de 2011

tangled up in blue

As mulheres têm destas coisas. Põem-se contentinhas com coisas pequeninas. Uma musiqueta antiga, um queque de alheira e grelos, um vestido novo, uma mantinha, um champô de côco, um azeite de trufas. E ainda bem. Gosto de nós assim.

sexta-feira, 25 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Voltar

nunca foi boa ideia.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Que abjecção esta regularidade.

Cada vez tenho menos rotinas. Pareço desafiar-me a mim mesma no quanto de caos resiste a sanidade. E não me orgulho disso.

Mas às quintas... Às quintas tenho o hábito de me pôr triste.

Amanhã faço as malas e passa-me. Os metros quadrados dos outros são bons para mim.

quarta-feira, 16 de março de 2011

O Pipoco morto

gera mais hits que os bloggers vivos. Todos juntos.

Ah pois é.

Jantar da escola primária

significa Estamos todos divorciados e sonhamos com meninos e meninas de uniforme.




Eu topo. Hi hi.

terça-feira, 15 de março de 2011

A verdade

é que eu até gosto de gatos, quando eles se sabem comportar.

Gosto de gatos quando se rebolam no chão e escondem os olhos com as patinhas e dão ferradelinhas na mão do dono e fogem e olham de lado como se não estivessem a olhar e voltam e lambem a mão ao dono e toc-toc com a patinha "quero mais". Gatos que olham para um novelo e dizem Bola!

Gosto de gatos que se saibam comportar como verdadeiros cães. Não dos outros, dos maricas.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Procuro bar de praia na Côte d'Azur

que me empregue a partir de Setembro. Faço um bom paté de azeitona caseiro e umas mariquices com salmão e tomilho.

Vou despedir-me.

Não sou pessoa de ler a wikipedia. Se fosse, fundamentava decentemente o que vou dizer a seguir. Há um país qualquer (Áustria, Calíope?) que atribui subsídio de desemprego às pessoas que se despedem porque viu provado de uma maneira qualquer que a produtividade do trabalhador desce de tal forma ao cabo de um período de tempo qualquer - três anos? - que é altamente compensatório contratar um novo, com índices renovados de motivação, e deixar o pobre desmotivado recompor-se e recomeçar em grande noutro sítio. Em média demoram um qualquer período de tempo muito reduzido a fazê-lo e quase não custam qualquer despesa ao Estado.

Se isto for informação errónea e infundada, óptimo, acabei de fundar uma causa laboral.

Quando tiver um puto

vou obrigá-lo a desistir de qualquer coisa. Só para não desenvolver uma obsessão pela ideia no futuro.

domingo, 13 de março de 2011

Creio veementemente

- gosto da prosódia do veementemente - que as coisas ganham corpo e força e se tornam irreversivelmente realidades no momento em que são ditas ou, mais determinantemente ainda, escritas pela primeira vez. Portanto, vou trocar um post com alto potencial hilariante por mais uns dias de dúvida sobre aquilo que eu nem acredito que me possa estar a acontecer.

Mas posso avançar que envolve uma brasileira e uns poemas.