terça-feira, 22 de maio de 2012

Os portugueses

não se podiam borrifar mais para o ambiente, andam de ponta em mola e batem na mulher quando chegam do trabalho. Olha que novidade.



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Miopia

Família da família, o Adriano via ao longe. Não todos os dias, mas em noites em que as mais antigas companhias me avisam que chega disto e que fizeram as malas, preocupa-me perder por geração uma fatia de poder de enxergar além.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O meu homem

apanha-me os livros quando vou para o banho e lê as páginas que eu li, para não me perder pitada.

domingo, 6 de maio de 2012

Prioridades troikadas

Do mal o menos, quero acreditar que a actual proliferação de golpes do baú é um efeito colateral da crise.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

apoio mural

acto de compaixão que consiste em carregar no Like de um post com 3 dias sem fãs nem comentários.

Toma lá, Nicha.

Filha, se sonhas com ele todos os dias, é porque ele é provavelmente o homem dos teus sonhos.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Era qualquer coisa assim

- Marriage is like a room with a window you can't open. No, no. Marriage is like a room with no windows. And the room keeps getting smaller and smaller by the day. There comes a time when you simply must get out of it.
- You just married the wrong man, I suppose.
- No. He married the wrong woman.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Hei lá

Vinha aqui mexer isto com um pau a ver se ainda respirava e ia aproveitar para mandar umas postas de pescada, mas abri um ou outro blogue e deu-me a vergonha de não levar isto com mais seriedade e comprimento. Assim, muito respeitosamente vos deixo apenas um notável sonoro de outrora, que propiciaria jeitosas inspirações.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Como estragar um dia perfeitamente razoavelzinho

"O gato vai no carro connosco."







O_o

terça-feira, 3 de abril de 2012

airports and broken hearts

Se ele voltasse hoje, cheirava-lhe as calças de passagem, fingia que não me importava, dava meia volta a abanar o rabo e ia à minha vida. Quando me quisesse fazer festas, eu espreguiçava-me e abria a boca e ia beber água. Só dois dias mais tarde, quando me apanhasse a despertar de uma soneca ao sol da tarde, é que lhe dava uma lambidela amorosa e distraída, porque me esquecia por segundos que estava triste como a noite, engasgada de angústia, por me ter deixado tão sozinha com o resto do mundo.




quinta-feira, 29 de março de 2012

Ouvi e chorai

e lembrai-vos que a vida é isto. O resto é resto e sobra.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Eu não preciso de muito para viver.

Dinheiro chega-me. Bastante.