Chris Martin
Bono
Jack Johnson
Arrepiam-me os cabelos da nuca. And not in a good way.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Manuscrevi
uns quantos posts em Budapeste. Achei coisa bonita de se fazer. Quando vim embora, deitei-os acidentalmente ao lixo juntamente com mapas e cartões de visita. Caso é para se dizer que
what happens in Hungary stays in Hungary.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Ministry of Love and Affairs
Ok, pode parecer um Ministry of Funny Walks à primeira vista. Mas sigam lá o meu raciocínio: se o A ama a B mas a B não lhe liga puto porque gosta é do C embora este lhe dê frequentemente com os pés porque está casado com a D que acha que aquilo está por um fio e sonha todas as noites em dar umas voltinhas com o E que namora com a F, não seria melhor aceitar o fim do sigilo amoroso e pôr um ponto final nesta anarquia? Vai-se a ver, o A e a D até simpatizavam, quem sabe no que poderia dar, e ao C dava-se uma mãozinha para perceber que no fundo, no fundo, gostava era de levar o E a jantar fora. Sim ao Ministério do Amor e Assuntos Internos!
Está certo que teríamos que arranjar uma designação nova para o antigo Ministério dos Assuntos Internos, mas deixo isso convosco, que sois criaturas de fértil imaginação e eu já não tenho idade para palermices. Ou só em grandes doses, vá.
Está certo que teríamos que arranjar uma designação nova para o antigo Ministério dos Assuntos Internos, mas deixo isso convosco, que sois criaturas de fértil imaginação e eu já não tenho idade para palermices. Ou só em grandes doses, vá.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
SOS Onomatopeias
Nunca tive muito jeito para onomatopeias. Confesso-me um pedaço purista e custa-me escrever coisas que não são signos. Recentemente, porém, senti na pele a falta que esta competência me faz.
Por isso, venho pedir a vossa ajuda: alguém sabe como reproduzir com letras o som de um riso abafado? Aquele que nos escapa espontaneamente em situações ridículas mas que tentamos travar (não a tempo) por percebermos o constrangedor que se pode tornar para o interlocutor? Sabem qual é?
Se puderem partilhar a vossa sabedoria onomatopeica, agradeço.
Por isso, venho pedir a vossa ajuda: alguém sabe como reproduzir com letras o som de um riso abafado? Aquele que nos escapa espontaneamente em situações ridículas mas que tentamos travar (não a tempo) por percebermos o constrangedor que se pode tornar para o interlocutor? Sabem qual é?
Se puderem partilhar a vossa sabedoria onomatopeica, agradeço.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
"Eu conheço-te. És minha amiga."
Nada contra redes sociais, nadinha. Can't help but wonder... se alguma vez reaprenderemos, Humanidade, a abordar um desconhecido com palavras não escritas, a segurar o nervoso miudinho abaixo da garganta e a reunir os tomates para fazer as perguntas que têm a esperança média de vida de uma borboleta, ou se tal será em breve uma competência obsoleta, guardada na mesma caixa destinada aos dentes do sizo.
domingo, 22 de agosto de 2010
This is a Story of Girl Meets Girl - part I
Winter was clearly shoving its way through the village. Inside, it was as moist as usual. Yet, something would turn out to be different that day.
She made her way through the room, her reflections tailing her like cards on a poker shuffler. Tights, leotard, legwarmers, t-shirt, ready to join the noisy herd already swarming the pale beige room.
"Nini?", someone said. And there she was, standing tall and lost in her big white hairband.
She made her way through the room, her reflections tailing her like cards on a poker shuffler. Tights, leotard, legwarmers, t-shirt, ready to join the noisy herd already swarming the pale beige room.
"Nini?", someone said. And there she was, standing tall and lost in her big white hairband.
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laços
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Os Fundamentalistas
Não é invulgar ver-me seguida por uma multidão que roga para que a ilumine.
Ok, uma amiga uma vez apanhou-me a jeito e pediu-me um esclarecimento.
Na sociedade de advogados em que trabalha, corrigiram-lhe o uso do adjectivo "imenso". Explicaram-lhe com elevada sapiência que não deveria dizer "imensas coisas" porque "imenso" remete para a ideia de vastidão, de comprimento até, e não para a de número.
Anuí em bafejá-la com a minha sabedoria e esclareci que sim, que os senhores advogados estavam, como habitualmente, cobertos de razão e recheados de exactidão, qual éclair da Leitaria. Desde que, claro, banissem do seu discurso todo o tipo de expressões como "tenho processos disciplinares que nunca mais acabam", "conto com largas horas de espera no tribunal" ou "o estagiário diz um mar de asneiradas sempre que abre a boca". Não há-de ser difícil e valerá com toda a certeza o esforço.
Ok, uma amiga uma vez apanhou-me a jeito e pediu-me um esclarecimento.
Na sociedade de advogados em que trabalha, corrigiram-lhe o uso do adjectivo "imenso". Explicaram-lhe com elevada sapiência que não deveria dizer "imensas coisas" porque "imenso" remete para a ideia de vastidão, de comprimento até, e não para a de número.
Anuí em bafejá-la com a minha sabedoria e esclareci que sim, que os senhores advogados estavam, como habitualmente, cobertos de razão e recheados de exactidão, qual éclair da Leitaria. Desde que, claro, banissem do seu discurso todo o tipo de expressões como "tenho processos disciplinares que nunca mais acabam", "conto com largas horas de espera no tribunal" ou "o estagiário diz um mar de asneiradas sempre que abre a boca". Não há-de ser difícil e valerá com toda a certeza o esforço.
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linguística
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
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